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Visão

Organizar um Serviço de Cardiologia de prestígio nacional e internacional, através de um atendimento de qualidade, em tempo útil e eficiente.

 

Missão

Prestar cuidados de saúde à população através de uma rede de serviços de fácil acesso, com uma eficiência técnica e social de elevado nível que permita a obtenção de ganhos em saúde;

Desenvolver atividade científica;

Prestar formação de elevada qualidade, quer na formação de novos cardiologistas, quer na formação de médicos de outras especialidades;

Reconhecimento do serviço pela comunidade;

Reconhecimento do serviço pelos cuidados de saúde primários bem como por hospitais centrais, com os quais existe uma fácil articulação bem como com a cirurgia cardíaca do CHUC;

Reconhecimento do serviço pelas sociedades científicas da área da cardiologia, com membros do serviço a integrarem as suas estruturas directivas (Sociedade Portuguesa de Cardiologia, Sociedade Portuguesa de Hipertensão; Associação Portuguesa de Arritmologia, Pacing e Electrofisiologia, Associação De Cardiologia Médico-Cirúrgica do Centro);

Reconhecimento do serviço pela Ordem dos Médicos, com cardiologistas a integrarem a sua estrutura organizacional local e regional;

A escolha do serviço para organizar exames de final de especialidade;

Temos desenvolvido ao longo dos anos ações na comunidade, integrados no dia mundial da hipertensão, no mês do coração, no dia mundial do coração, bem como na formação de alunos do ensino básico e secundário com sessões sobre suporte básico de vida em sala de aula. Temos colaborado ainda com outros serviços do hospital, em eventos por eles organizados, bem como respondemos sempre às solicitações de colaboração veiculadas pela Câmara Municipal de Aveiro.

 

História

Podemos dizer que a história do Serviço de Cardiologia em Aveiro se iniciou em 1958 com a admissão do Dr. Josué Rodrigues Póvoa para o quadro do Hospital da Misericórdia de Aveiro.

Em 19 de Maio de 1977 é entregue à comissão instaladora do hospital o Relatório da Comissão nomeada para estudo das condições a adotar no tratamento intensivo dos doentes cardíacos, em 1978 inicia-se a monitorização das situações mais graves, sendo para isso afecta uma cama do serviço de cardiologia, utilizando-se uma unidade móvel constituída por um módulo de monitorização equipado com desfibrilhador, sendo as situações registadas para avaliação futura.

Em 24 de Abril de 1980 é aprovado o Regulamento Interno do Sector de Cuidados Intensivos de Cardiologia, em 9 de Maio a Ordem de Serviço nº1/80 do Serviço de Cardiologia designa o Dr. Rogério Leitão seu coordenador e em 15 de Maio recebe o seu primeiro doente, tendo admitido até ao final do ano 183 doentes. É uma das mais antigas unidades de cuidados intensivos para doentes cardíacos existentes no nosso país.

Em 1987 recebeu o Serviço de Cardiologia do Hospital Distrital de Aveiro, na altura integrado no Centro Hospitalar Aveiro Sul, os seus primeiros internos do internato complementar de Cardiologia e que somaram ao longo dos anos e até ao início de 2017 o número de quinze.

Encontram-se habitualmente em formação no serviço Internos do Internato Complementar de Medicina Interna, de Medicina Geral e Familiar bem como de Médicos do Ano Comum. Recebe na altura do verão alunos de Faculdades de Medicina de diferentes universidades do país.

O serviço ainda recebe alunos do Curso de Enfermagem da Escola Superior de Saúde bem como alunos do Curso de Fisiologia Clínica da Escola Superior de Tecnologias da Saúde de Coimbra e de Castelo Branco.

 

Produção do Serviço de Cardiologia

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Links

Sociedade Portuguesa de Cardiologia  www.spc.pt

Sociedade Portuguesa de Hipertensão  www.sphta.org.pt

Fundação Portuguesa de Cardiologia  www.fpcardiologia.pt/

Instituto Português do ritmo cardíaco  www.iprc.pt

Associação Portuguesa de Portadores de pacemakeres e CDIs  www.apppc.pt

Associação Bate Bate coração www.batebatecoracao.pt

Direção Serviço – Dra. Ana Briosa Neves – ana.neves.51002@chbv.min-saude.pt

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Enfermeira Chefe – Enf.ª Isabel Gonçalves – Isabel.Goncalves.12433@chbv.min-saude.pt 12433

 

 

 

 

 

TSDT Coordenadora de Cardiopneumologia – Téc. Catarina Gabriel   Catarina.Gabriel.13117@chbv.min-saude.pt13117

 

 

 

 

 

Gestor – Dra. Carla Costa – Carla.Costa.14105@chbv.min-saude.PT 14105

 

 

O Serviço de Cardiologia do Centro Hospitalar do Baixo Vouga (CHBV), é um serviço clinico que presta assistência hospitalar, estando integrado na rede hospitalar do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

A sua missão é a de contribuir para a saúde e bem-estar da sua população, através da prestação de cuidados de qualidade a cada utente, práticas clinicas integradas, formação e investigação.

É constituído por um conjunto de profissionais, instalações e recursos, que permitem a prestação de serviços diferenciados no âmbito da promoção, prevenção e tratamento da doença cardiovascular à população da sua área de influência.

A equipa clinica tem a seu cargo o tratamento dos utentes com doença do foro cardíaco, no ambulatório e no internamento hospitalar. É constituída por 15 Cardiologistas, 5 Internos de formação especificam em Cardiologia, 26 Enfermeiros, 10 Assistentes Operacionais, 17 Técnicos de Cardiopneumologia e por uma Assistente técnica.

O Serviço dispõe de uma carteira de serviços, divulgada através da intranet para os profissionais do CHBV e através da internet para o exterior do Hospital.

O Serviço de Cardiologia, possui uma área de cobertura assistencial equivalente à área geodemográfica do Baixo Vouga, Zona Centro – Sul do Distrito de Aveiro, com cerca de 367.490 habitantes (segundo o Census 2021), e que corresponde aos Concelhos de Aveiro, Ílhavo, Sever do Vouga, Murtosa, Estarreja, Oliveira do Bairro, Águeda, Albergaria-a-Velha, Vagos, Ovar e Anadia, de acordo com as normas divulgadas pelo Ministério da Saúde.

O Serviço de Cardiologia está dividido pelas 3 unidades orgânicas:  

  • Hospital Infante D. Pedro – Aveiro: sede social do CHBV;
  • Hospital Conde de Sucena – Águeda;
  • Hospital Visconde de Salreu – Estarreja;

 

ESTRUTURA ASSISTENCIAL DO SERVIÇO DE CARDIOLOGIA DO CHBV:

1.      Hospital Infante D. Pedro

1.1    Internamento de Cardiologia

Dotado de 12 camas, presta cuidados em regime de internamento a doentes com patologias do foro cardíaco agudizadas, que necessitem de vigilância e cuidados permanentes. Todas as camas têm possibilidade de monitorização não invasiva.

 

1.2   Unidade de Cuidados Intensivos Coronários (UCIC)

Com 5 camas, presta cuidados em regime de cuidados intensivos a doentes com patologias do foro cardíaco em situação critica, que necessitem de vigilância hemodinâmica contínua e de cuidados diferenciados.

 

1.3   Hospital de Dia

Presta cuidados de saúde de diagnóstico e terapêutica de forma programada, a utentes referenciados pelos Cardiologistas do Serviço. São admitidos em regime de ambulatório, permanecendo em vigilância clínica por um período inferior a 24 horas, dispondo para tal de 2 cadeirões e 1 cama. Dentro das atividades clinicas efetuadas, destacam-se:

a)Procedimentos de Arritmologia:

  • Cardioversão elétrica: conversão a ritmo sinusal de taquiarritmias, através de choque elétrico, administrado após sedação;
  • Teste farmacológico para diagnóstico de arritmias, como a administração de Flecainida para diagnóstico de síndrome de Brugada.

b)Tratamentos de Insuficiência Cardíaca (IC):

  • Administração de medicamentos em perfusão e segundo protocolos definidos (nomeadamente Furosemida, Levosimendan e Carboximaltose férrica) visando a melhoria funcional dos doentes com IC, de forma a evitar o recurso ao Serviço de Urgência.
  • Estudo analítico para titulação de terapêuticas orais modificadoras do prognóstico da IC.

c)Telemonitorização de doentes com IC ou após enfarte do miocárdio:

Projeto que tem como como objetivo a redução dos internamentos e o recurso ao Serviço de Urgência desta tipologia de doentes, que apresentem depressão significativa da fração de ejeção do ventrículo esquerdo, selecionados a partir de critérios de inclusão e de exclusão previamente definidos. São facultados aos doentes alguns dispositivos para recolha diária de parâmetros clínicos no seu domicilio, que serão transmitidos para uma plataforma digital (de uma empresa selecionada por concurso publico), para posterior processamento e emissão de alertas aos profissionais envolvidos no projeto. Se necessário, os doentes serão convocados para o hospital de dia, para avaliação clinica ou ajuste terapêutico.

 

1.4  Consulta Externa

Cardiologia Geral – avaliação de doentes com múltiplas patologias cardíacas;

a) Cardiopatia Isquémica – referenciação de doentes com patologia coronária suspeita ou conhecida;

b) Cardiologia/UCIC – destinada a doentes com internamento recente na UCIC;

c) Hipertensão Arterial – destina-se a utentes com hipertensão arterial resistente ao tratamento farmacológico instituído, quando existe suspeita clinica de etiologia secundária, ou quando a hipertensão arterial ocorre na gravidez ou em jovens adultos;

d) Arritmias – avaliação e orientação de doentes com patologias disrítmicas;

e) Cardiologia/Anestesiologia – destinada à avaliação e compensação de doentes com risco cirúrgico elevado;

f) Seguimento após implantação de Pacemaker definitivo – controle do funcionamento de dispositivos de pacing implantados;

g) Seguimento de dispositivos de ressincronização cardíaca e CDI – controle e otimização dos seus parâmetros;

h) Bradiarritmias – referenciação de doentes candidatos a implantação de dispositivos para controle do ritmo;

i) Avaliação de risco cardiovascular – consulta multidisciplinar, inserida no programa de reabilitação cardíaca fase 2;

j) Insuficiência Cardíaca – destina-se a utentes com IC que beneficiem de intervenção diferenciada;

l) Consulta de Enfermagem – para utentes com patologia cardiovascular com seguimento em consulta de Cardiologia, com o objetivo de promover a adesão ao regime terapêutico e facilitar o contato com o Enfermeiro de referência para esclarecimento de duvidas (via número de telefone ou e-mail) relativas à sua doença cardiovascular ou fatores de risco associados.

 

1.5  Urgência 

Durante 24 horas por dia, nos 7 dias da semana, a Unidade de Cuidados Intensivos Coronários conta sempre com a permanência em regime de presença física de um Cardiologista, que presta também apoio, em regime de chamada, aos doentes com patologias agudas do foro cardíaco que ocorram ao Serviço de Urgência.

 

1.6  Exames Complementares de diagnóstico

I.  Ecocardiografia

Técnica de imagem que permite avaliar a morfologia cardíaca utilizando uma sonda que emite ultrassons. Existem vários modos de imagem:

  • Ecocardiografia Modo-M e bidimensional;
  • Doppler cardíaco com cor e tecidular;
  • Ecocardiograma transesofágico: através da introdução de uma sonda no esófago, para melhor visualização de algumas estruturas cardíacas;
  • Ecocardiograma de sobrecarga farmacológica: através da administração de fármacos, para pesquisa de isquemia, viabilidade do miocárdio e também para avaliação de doença valvular;
  • Ecocardiograma de esforço: imagem adquirida em repouso e após esforço em passadeira rolante ou cicloergómetro, com a finalidade de pesquisar isquemia e estudar valvulopatias ou miocardiopatias;
  • Ecocardiograma de contraste: consiste na injeção de um produto de contraste numa veia periférica, para opacificação de todas as cavidades cardíacas e melhorar a definição da imagem ultrassonográfica;
  • Ecocardiograma de contraste salino: administra-se soro salino agitado numa veia periférica, para pesquisa de shunts intracavitários.

 

 II. Imagem não ultrassonográfica

Ressonância Magnética Cardíaca (funcional, morfológica e com perfusão): método de imagem não invasivo e sem exposição a radiação ionizante, que permite elevada definição da anatomia cardíaca. O equipamento está sediado no Serviço de Radiologia, sendo utilizado com periodicidade semanal para a realização de exames cardíacos.

 

III.  Laboratório de Electrocardiografia

  • ECG convencional – registo dos potenciais elétricos utilizando 12 derivações cardíacas;
  • Registo de Holter – avalia as alterações eletrocardiográficas durante um período mínimo de 24 horas;
  • Registo de eventos – regista o traçado eletrocardiográfico durante 7 dias, visando correlacionar os sintomas com eventuais alterações;
  • Prova de esforço em tapete rolante – faz aquisição de traçado eletrocardiográfico em repouso e em esforço, permitindo a deteção de isquemia do miocárdio, alterações hemodinâmicas ou do ritmo;
  • Prova de Esforço Cardiopulmonar – permite a medição do consumo de oxigénio, estando indicada para avaliação da capacidade ao esforço em doentes após eventos coronários e/ou com IC, e que vão iniciar o programa de reabilitação cardíaca, assim como para diagnóstico etiológico de dispneia;
  • Monitorização ambulatória da pressão arterial (MAPA) – medição automática da tensão arterial durante 24 horas, através de um gravador;
  • Velocidade de onda pulso (VOP) – exame não invasivo e indolor, que permite medir a rigidez arterial entre duas localizações da árvore arterial;
  • Teste de Tilt – teste efetuado em mesas basculante, com ou sem estimulação farmacológica, para avaliação das sincopes reflexas.

 

1.7  Unidade de Pacing e Arritmologia

Implanta os seguintes dispositivos para controle do ritmo cardíaco:

  • Pacemaker provisório: implantados transitoriamente em situação de bradicardia severa, habitualmente com eletrocatéter introduzido por via venosa femoral e conectado a gerador externo;
  • Pacemaker permanente convencional: de câmara única ou câmara dupla, são implantados na sala de pacemaker, para tratamento de bradicardias, sob anestesia local, com 1 ou 2 elétrodos, consoante o distúrbio do ritmo subjacente;
  • Cardiodesfibrilhador implantável (CDI) convencional: implantados na sala de pacemaker, sob anestesia local, para prevenção primária ou secundária da morte súbita por arritmias ventriculares malignas; podem ser de câmara única ou de câmara dupla (com 1 ou 2 eletrocatéteres), de acordo com a patologia subjacente;
  • Cardiodesfibrilhador subcutâneo (CDI-SC): dispõem de 1 elétrodo para desfibrilhação, colocado subcutaneamente no tórax, procurando evitar as eventuais complicações associadas aso sistemas convencionais endovenosos;
  • Dispositivos de ressincronização ventricular (CRT): podem ser pacemakers biventriculares (CRT-P) ou cardiodesfibrilhadores biventriculares (CRT-D), sendo dispositivos implantados em utentes selecionados com IC com depressão grave da função sistólica, para melhoria da função cardíaca, através da estimulação biventricular; os CRT-D permitem também o tratamento elétrico de arritmias ventriculares;
  • Registador de eventos implantável: são implantados na sala de pacemaker, através de uma pequena incisão no tórax, para monitorização prolongada do ritmo cardíaco; estão indicados para avaliação de sintomas sugestivos de etiologia arrítmica;
  • Upgrade de dispositivos: implantação de eletrocatéteres e de gerador de maior complexidade;
  • Substituição de geradores de dispositivos implantados: os geradores são substituídos, quando na consulta de seguimento de pacemaker se verifica que a bateria se aproxima do final;
  • São ainda realizadas revisões cirúrgicas após implantação de dispositivos, nomeadamente drenagem de hematomas da loca de implantação e implantação ou reposicionamento de eletrocatéteres.

 

1.8 Unidade de Prevenção e Reabilitação Cardiovascular:

Intervenção multidisciplinar incluindo, não só a atividade física e o exercício, mas também ensinos acerca da adoção de hábitos de vida saudáveis, controlo dos fatores de risco cardiovascular (FRCV) e apoio nutricional. Nesse sentido, esta readaptação funcional passa por promover o reconhecimento de comportamentos e/ou hábitos de vida com necessidade de mudança e/ou reestruturação, depois da doença cardiovascular (DCV) já instalada. Esta adaptação a um novo estilo de vida requer uma atenção diferenciada, personalizada e centrada nas necessidades da pessoa e de forma continuada, visando acompanhar a pessoa e adequando as intervenções às necessidades sentidas nas diferentes fases, numa perspetiva multidisciplinar.

Existe uma equipa de enfermagem de reabilitação cardíaca no internamento (fase 1), para dar resposta às suas necessidades da pessoa com DCV em fase aguda.

 

Caracterização

O presente projeto foi desenvolvido com a intenção de contribuir para a prevenção secundária de novos episódios de DCV, na população já com doença diagnosticada, através da promoção de estilos de vida saudáveis e controlo dos FRCV, utilizando para isso diversas estratégias:

  • Consulta de avaliação de risco cardiovascular: uma consulta multidisciplinar, composta por Cardiologista e Enfermeiro; nesta consulta são realizadas a avaliação de risco cardiovascular; avaliação de FRCV; intervenção no âmbito da gestão do regime terapêutico; avaliação psicoterapêutica; negociação de contrato de saúde; orientação para outros serviços proporcionados no âmbito do mesmo projeto (hospital de dia de risco cardiovascular; sessões educativas de grupo, consulta reabilitação cardíaca; consulta de nutrição; consulta de psiquiatria; grupos terapêuticos);
  • Hospital de dia de risco cardiovascular: proporciona intervenções individualizadas de âmbito educacional e psicoterapêutico, visando tornar o processo terapêutico mais eficaz;
  • Sessões educativas de grupo: sessões interativas, organizadas e planeadas de forma multidisciplinar (Cardiologista, Enfermeiro Especialista em Saúde Comunitária, Enfermeiro, Nutricionista, Fisiatra, Psiquiatra), de forma a permitir a interação e dinâmicas de grupo, úteis na componente motivacional;
  • Consulta de reabilitação cardíaca: realizada por Fisiatra, com o objetivo de avaliar a pessoa em termos funcionais, para integração da reabilitação da fase 2. Esta consulta deve ser realizada após a avaliação na consulta de risco cardiovascular, que requisita os exames necessários: ecocardiograma (para determinação de função cardíaca) e prova de esforço com consumo de O2 (para auxiliar na personalização do programa de treino);
  • Hospital de dia de reabilitação Cardíaca: composto por equipa multidisciplinar (Cardiologista, Fisiatra, Enfermeiro, Fisioterapeuta), decorre no ginásio, equipado e estruturado para receber um programa de treino de reabilitação cardíaca com segurança (monitorização, carro de emergência, entre outros) e que se localiza no Serviço de Medicina Física e Reabilitação; nestas sessões desenvolvem-se programas de treino, com acompanhamento e plano individualizados e diferenciados, controlados através de cardio-monitorização; os participantes são encaminhados da consulta de avaliação de risco cardiovascular e as sessões têm a duração de 90 minutos, com periodicidade bissemanal, durante 3 meses;
  • Consultas de Nutrição e de Psiquiatria.

 

1.9  Unidade de Cardiologia de Intervenção

Presta cuidados de saúde no âmbito do diagnóstico e intervenção cardiovascular, dispondo de uma equipa de profissionais treinados nessa área: Médicos Cardiologistas com subespecialidade em Cardiologia de Intervenção, Enfermeiros, Técnicos de Cardiopneumologia e Técnicos de Radiologia. São executados os seguintes procedimentos:

  • Coronariografia: introdução de catéter por acesso arterial radial ou femoral, para avaliação da anatomia coronária, através de injeção de produto de contraste, podendo ser auxiliada por imagem intravascular ou fisiologia coronária;
  • Angioplastia Coronária: tratamento percutâneo da doença coronária obstrutiva, através da dilatação com balão ou implantação de stent;
  • Cateterismo direito: caraterização das cavidades cardíacas direitas e vasculatura pulmonar, para disgnóstico de hipertensão pulmonar, determinação do débito cardíaco e avaliação de shunt intracardíaco;
  • Ventriculografia: injeção de produto de contraste guiado por catéter, para visualização da dimensão e função ventricular esquerda;
  • Aortografia: injeção de produto de contraste guiado por catéter, para visualização da aorta;
  • Angiografia carotídea: visualização da anatomia carotídea, por injeção de contraste;
  • Pericardiocentese: remoção percutânea de fluido do espaço pericárdico para fins diagnósticos ou terapêuticos.
  • Implantação de balão de contrapulsão intraórtico: método de suporte circulatório mecânico temporário, para doentes em choque cardiogénico ou com doença coronária severa.

 

2.      Hospital Conde de Sucena – Águeda

Unidade de ambulatório, vocacionada para a Consulta Externa de Cardiologia e para os exames complementares de diagnóstico.

 

2.1  Consulta Externa de Cardiologia

Consulta de proximidade, com periodicidade trisemanal, destinada principalmente a utentes da área de influência.

 

2.2 Exames Complementares de diagnóstico

·  Laboratório de Eletrocardiografia:

Eletrocardiograma convencional, Holter e MAPA, realizados diariamente. Prova de esforço, com periodicidade seminal.

·  Ecocardiografia

Ecocardiografia modo-M, bidimensional, Doppler contínuo, pulsado e com cor, realizados diariamente.

 

3.  Hospital Visconde Salreu-Estarreja

Realiza com periodicidade bisemanal Eletrocardiografia convencional e de Holter.

 

4. Outros serviços disponíveis

O serviço de Cardiologia tem ainda disponível na assistência aos seus utentes:

  • todas as especialidades médicas do CHBV, bem como o Serviço de Imagiologia, Laboratório de Patologia Clinica e Serviço de Imunohemoterapia.
  • Exames realizados no exterior do CHBV, nomeadamente:
    • Angiotac coronária e score de cálcio.
    • PET .
    • TAC cardíaca.
    • Estudo Eletrofisiológico. 
    • Procedimentos Hemodinâmicos percutâneos de intervenção cardíaca estrutural.
    • Biópsia Miocárdica.
    • Estudos genéticos.
    • Cintigrafia Cardíaca.

 

 

Médicos Especialistas:

Dr. José António Santos

Dra. Raquel Ferreira

Dra. Ana Catarina Faustino

Dra. Ana Maria Briosa Neves

Dra. Ana Oliveira Mota

Dra. Anabela Gonzaga

Dr. Jesus Viana

Dr. João Morgado

Dr. Luis Santos

Dra. Manuela Vieira

Dr. Mesquita Bastos

Dr. Pedro Cardoso

Dra. Andreia Fernandes

Dr. Tiago Adrega

Dra. Joana Ribeiro

 

Médicos Internos:

Dra. Lisa Ferraz

Dra. Diana Carvalho

Dra. Adriana Pacheco

Dr. Simão Carvalho

Dr. Carlos Costa

Dr. Tiago Aguiar

Secretariado

Susana Melo

Telefone 234 378 376